Canal de Nyhavn em Copenhague com casas coloridas, barcos e pessoas caminhando ao entardecer

Montar um roteiro para Copenhague é viver o melhor dos países nórdicos: canais charmosos, castelos históricos, bairros modernos e uma vida urbana vibrante que conquista cada visitante. Pensando em tornar a viagem mais prática e econômica, criamos este artigo com base nas experiências da Carioca Travels, incluindo passeios, dicas, custos, e sugestões de hospedagem para 2 ou 3 dias.

Dicas práticas sobre Copenhague

Copenhague está no norte da Europa, bem na península da Escandinávia, a poucos quilômetros da Suécia – de lá inclusive, chega-se facilmente a Malmö pela ponte que atravessa o mar Báltico. A cidade é famosa pela qualidade de vida e sustentabilidade. Circular por lá é simples: os dinamarqueses amam bicicletas, e praticamente todo visitante acaba pedalando também. Quem prefere caminhar, pode contar com calçadas planas, e para distâncias maiores há um transporte público eficiente (metrô, trens urbanos, ônibus e até ferryboats com bilhete integrado).

Entre os meses quentes (junho a agosto), o céu clareia por até 17 horas. No inverno, o sol aparece pouco, por cerca de 7 horas diárias – e a temperatura pode ficar próxima de zero!

Por regra, todos os visitantes devem portar seguro viagem válido durante a estadia na Dinamarca. Indicamos fortemente garantir sua viagem com SafetyWing ou Seguros Promo, garantindo cobertura médica, bagagens e eventuais necessidades jurídicas. E, claro, recomendamos comparar coberturas e preços antes da reserva.

Agora, vamos ao roteiro!

Roteiro detalhado de 2 dias em Copenhague

Primeiro dia: Centro histórico e ícones clássicos

  • Strøget: Comece o passeio pela Strøget, a maior rua de pedestres da Europa, com 1,1 km de lojas, cafés e artistas de rua. No meio do caminho estão praças charmosas como Højbro, Gråbrødretorv e Kultorvet.
  • Torre Redonda (Rundetårn): De 1642, com exposições temporárias, a melhor vista panorâmica do centro histórico e uma biblioteca centenária. Subir a torre é uma experiência curiosa, pois não há escada – apenas uma rampa em espiral.
  • Tours guiados: Caminhar a pé pelo centro faz parte do clima dinamarquês. Para conhecer curiosidades, sugerimos free walking tours guiados (em inglês ou espanhol, muitos saem da praça do parlamento). Quem preferir pode fazer tour de bicicleta, já que as ciclovias cortam toda a área central.
  • Rådhuspladsen: Praça da Prefeitura, rodeada por edifícios históricos e arte pública. É um ponto de encontro para moradores e visitantes.
  • Museu Nacional da Dinamarca: Uma imersão no passado, com seções fascinantes sobre a Era Viking. Para aproveitar, separe de 1h30 a 2h para a visita.
  • Palácio de Christiansborg: Abriga o Parlamento e salões oficiais. Reserve um tempinho para subir gratuitamente à torre do palácio (entre 11h e 21h; entrada pela lateral).

Na hora do almoço, indicamos o Mercado de Torvehallerne, que conta com cerca de 80 opções de bancas, bares e restaurantes. Não deixe de provar o tradicional smørrebrød (pão de centeio aberto, com coberturas variadas). Para um toque latino, visite a taqueria Hija de Sanchez. Amantes da alta gastronomia podem investir em restaurantes Michelin por ali, mas para bolsos menores há opções alternativas super saborosas e acessíveis.

Mercado Torvehallerne com barracas de comida e pessoas caminhando Pela tarde, sugerimos caminhar até o Castelo de Rosenborg, onde estão as joias da coroa dinamarquesa. Nos arredores, aproveite o jardim público King’s Garden, excelente para um piquenique ou breve descanso.

  • Palácio de Amalienborg: Residência da família real. Chegue perto do meio-dia para acompanhar a troca da guarda (gratuita). O museu anexo mostra a história da monarquia.
  • Igreja de Mármore: Visita gratuita ao domo verde-claro, com vista do bairro de Frederiksstaden. Um ícone da arquitetura barroca de Copenhague.
  • Nyhavn: Para fechar o dia, não há nada melhor que andar pelo canal mais paradisíaco da cidade, com casas coloridas e barcos ancorados. De lá partem passeios de barco que levam até a Pequena Sereia. Antes de ir embora, aposte em um cachorro-quente típico nas barracas locais.

Segundo dia: Experiência local e bairros alternativos

No segundo dia, sugerimos sair do centro e vivenciar outras atmosferas urbanas:

  • Vesterbro: Antigo bairro de prostituição, hoje é reduto de bares, baladas e restaurantes descolados. O Meetpacking District (antigo açougue) virou ponto de encontro de jovens. Para algo autêntico, visite o Jernbanecafeen, um dos bares mais antigos e famosos.
  • Nørrebro: Multicultural, recheado de brechós, galerias e restaurantes do mundo todo. Caminhe pela Blågårdsgade (rua vibrante), passe no Superkilen (um parque com referências de todos os continentes).

Cruze o lago Soerne pela ponte Louise para almoçar na Frederiksborggade, repleta de estabelecimentos jovens e aconchegantes.

Depois do almoço, siga para a Christiania Free Town. Fundada em 1971, é uma comunidade autônoma de 34 hectares marcada por casas de madeira, ateliês, cafés, vida cultural e regras únicas (nada de fotos internas ou consumo de drogas pesadas). A área é interessante tanto pela história, quanto pelo visual alternativo – tours guiados costumam apresentar lendas locais e explicar a dinâmica do bairro.

The netherlands and its great architecture cityscapes and street photography from hollandEm Christianshavn, o clima é tão relaxado que vale fazer piquenique nas margens dos canais ou até pegar um Green Kayak (caiaque gratuito, basta recolher lixo do percurso). Passeios de barco também estão disponíveis, mostrando o contraste entre a arquitetura histórica e moderna.

Terceiro dia: Opcionais e experiências fora do óbvio

Se tiver mais um dia, sugerimos experiências mais exclusivas:

  • Jardins de Tivoli: Parque de diversões fundado em 1843, inspiração direta de Walt Disney. Contém brinquedos para todas as idades, jardins iluminados, teatro e construções históricas – entrada gratuita para quem tem City Card.
  • Fábrica da Carlsberg: Centro de visitação com tours e degustação de cervejas dinamarquesas.
  • Reffen: Mercado de rua ao ar livre em zona industrial, com comidas do mundo todo. Ideal para fim de tarde, curtindo food trucks ao lado do mar.
  • Passeios de barco: Saindo de Nyhavn ou Christianshavn, permitem ver Copenhague de outro ângulo.
  • Estátua da Pequena Sereia: Peça de bronze criada em 1913, símbolo mundial da cidade. Para chegar, vá de ferry público (Knippelsbro até Nordre Toldbod), passando pela Fonte de Gefion. Quem quiser, pode aproveitar e caminhar pela Kastellet, uma fortaleza-parque em formato de estrela.

19 principais lugares para conhecer agrupados por experiência

  • Clássicos: Nyhavn, Pequena Sereia, Palácios de Amalienborg e Christiansborg.
  • Vistas panorâmicas: Torre Redonda, Igreja Nosso Salvador (com escadaria panorâmica externa).
  • Cultura e história: Museu Nacional, Castelo de Rosenborg, Galeria Nacional.
  • Alternativos: Christiania, Vesterbro, Nørrebro.
  • Lazer e gastronomia: Tivoli, Torvehallerne, Reffen.
  • Experiências na água: Passeios de barco, banhos públicos de Islands Brygge.

Roteiros bate-volta até 2 horas de Copenhague

  • Malmö: Cidade sueca moderna, ligada por trem. O passeio vale pela travessia da ponte e pelas atrações locais.
  • Roskilde: Berço dos vikings e lar do Museu do Barco Viking.
  • Legoland Billund: Diversão garantida para fãs de Lego, adultos e crianças.
  • Castelo de Kronborg: Inpirou Shakespeare em Hamlet, mundialmente conhecido.
  • Castelo de Frederiksborg: Maior castelo da Escandinávia, facilmente acessível de trem.

Onde se hospedar em Copenhague?

Copenhague tem opções para todos os bolsos:

  • Hotéis econômicos: Next House e Sleep in Heaven (hostel famoso entre jovens).
  • Luxo: 71 Nyhavn Hotel.
  • Conforto: Andersen Boutique.
  • Alternativa barata perto da estação de trem: Annex Hotel.

Nossa dica é escolher hospedagem próxima ao centro ou às principais linhas de metrô, para aproveitar ao máximo.

Como funcionam os city cards de Copenhague?

Os City Cards facilitam a vida de quem quer conhecer muita coisa em pouco tempo. Existem duas versões:

  • Discover (all-inclusive): Dá acesso a mais de 80 atrações, transporte ilimitado por toda a cidade (inclusive ferry, metrô e ônibus), válido de 24 até 120 horas. Ideal para quem vai explorar além do centro.
  • Card Hop: Foca nas 40 principais atrações do centro, incluindo ônibus turístico hop-on hop-off (você pode subir e descer onde quiser) – não substitui o transporte público regular.

Para quem adora visitar museus, parques, subir em torres ou sair da rota turística, optar pelo City Card geralmente representa um bom custo-benefício.

Custos médios de viagem: quanto gastar por dia?

Copenhague está entre as cidades mais caras da Europa, mas com planejamento dá para gastar pouco. Veja nossas médias:

  • Estilo econômico: 80 a 90 euros (595 a 670 DKK) por dia, considerando passeios pagos, transporte e City Card.
  • Viagem confortável: Cerca de 150 euros (1115 DKK) por dia, comendo em restaurantes melhores, hospedagem com mais conforto e atrações completas.
  • Alternativa barata: Até 50 ou 60 euros (370 a 445 DKK), hospedando-se em hostel, comprando comida em supermercados e aproveitando atrações gratuitas.

Segundo dados recentes da Danmarks Statistik, a Dinamarca é destino preferido pelos escandinavos para viagens longas, e Copenhague se mantém como porta de entrada para o turismo internacional – os números de pernoites aumentaram em 2025 e mostram a força e valorização do setor.

Dicas finais para aproveitar melhor Copenhague

  • Quantos dias ficar? Para quem deseja conhecer os principais pontos, 2 a 3 dias bastam. Quem quiser visitar museus com calma, fazer passeios bate-volta ou curtir parques pode reservar 4 dias ou mais.
  • Quando ir? Entre maio e setembro, com muito sol e clima agradável. No inverno o charme muda, com atividades culturais, luz baixa e clima mais introspectivo.
  • Seguro viagem obrigatório: Não abra mão de pesquisar coberturas e comparar SafetyWing e Seguros Promo antes de fechar sua apólice.
  • Reservas antecipadas: Hotéis, ingressos de museus e city cards podem acabar, então planejar garante economia e menos filas.
  • Roteiros flexíveis: Na nossa página de roteiros indicamos sugestões para diferentes durações de viagem pela Europa, inclusive opções combinadas com Oslo e Estocolmo, com itinerários de 10, 15, 20 e 30 dias.

Viajar com tranquilidade envolve planejamento e suporte. Nós da Carioca Travels cuidamos de cada detalhe do seu sonho europeu, do seguro à passagem e roteiros personalizados. Quer saber como podemos ajudar? Conheça nossos serviços completos ou fale com nossa equipe no nosso formulário de contato.

Descubra Copenhague do seu jeito. Uma cidade, muitos caminhos!

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Perguntas frequentes sobre Copenhague

O que fazer em Copenhague em 2 dias?

Em 2 dias, sugerimos dedicar o primeiro ao centro e atrações clássicas: passear pela Strøget, visitar a Torre Redonda, as praças históricas, Museu Nacional, Palácio de Christiansborg, Mercado Torvehallerne e terminar no Nyhavn. No segundo dia, a dica é conhecer bairros como Vesterbro e Nørrebro, almoçar na Frederiksborggade, visitar Christiania, e finalizar com passeios de barco ou tour pelos canais e parques de Christianshavn.

Quais são as atrações imperdíveis?

Copenhague tem pelo menos 19 atrações que merecem entrar no roteiro: Nyhavn, Pequena Sereia, Palácios de Amalienborg e Christiansborg, Torre Redonda, Igreja Nosso Salvador, Castelo de Rosenborg, Museu Nacional, Galeria Nacional, bairro de Christiania, Vesterbro, Nørrebro, Jardim de Tivoli, Torvehallerne, Reffen, banhos públicos de Islands Brygge e passeios de barco nos canais.

Quanto custa viajar para Copenhague?

O custo médio gira entre 80 e 90 euros (595 a 670 DKK) por dia para o estilo econômico já com city card; cerca de 150 euros (1115 DKK) para viagem confortável, e possível reduzir para 50 a 60 euros (370 a 445 DKK) se optar por hostel e atrações gratuitas.

Onde comer barato em Copenhague?

O melhor lugar é o Mercado de Torvehallerne, com muitas bancas acessíveis; além disso, a rua Frederiksborggade e barracas de hot dog no Nyhavn garantem lanches típicos e econômicos. Para experiências multiculturais, teste restaurantes em Nørrebro e food trucks em Reffen.

Vale a pena comprar o Copenhagen Card?

Para quem gosta de museus e atrações pagas ou vai usar transporte público várias vezes ao dia, o Copenhagen Card (especialmente o Discover, all-inclusive) compensa bastante; já o Card Hop é interessante para quem quer fazer só o básico do centro e andar com ônibus turístico. Ambos oferecem muita praticidade.

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Nathalia

Sobre o Autor

Nathalia

Nathalia é especialista em viagens e dedicada a proporcionar experiências inesquecíveis para quem busca lazer, estudo ou mudança para outro país. Apaixonada por explorar novos destinos e culturas, ela se destaca pelo atendimento personalizado e atenção ao detalhe em cada etapa do planejamento. Nathalia acredita que viajar é mais do que conhecer lugares, é transformar vidas com suporte, segurança e conforto. Seu objetivo é tornar cada jornada fácil, tranquila e memorável para seus clientes.

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